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Não foi um casamento sobre duas pessoas.
Foi sobre muitas.
Sobre avós, pais, tios, vozes antigas, histórias repetidas em karaokê, mesas cheias demais e uma casa que nunca foi só casa — foi raiz.
Esse filme nasceu da ideia de ohana: família como presença contínua, não como sobrenome.
Aqui, o amor não aparece isolado. Ele vem carregando todo mundo junto.
casamento como memória
não como evento.
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